Pouca atenção se dá à quantidade de ar necessária para a operação econômica de secagem. Os gerentes e operadores de um secador concentram-se no aquecimento do ar, quando a secagem é feita em altas temperaturas. Algumas Unidades de Armazenagem secam o produto, na maioria da vezes o milho, até dois pontos acima da umidade final desejada em altas temperaturas e depois colocam o produto em armazéns, na maioria da vezes em silos muito grandes, e passam ar ambiente qualquer para remover o excesso de umidade ainda presente. Quase sempre, secam demais. Secagem com ar ambiente em silos, nas fazendas, é muito pouco utilizado no Brasil. No Brasil, a soja poderia ser secada quase que na sua totalidade dessa maneira. Se os ventiladores forem corretamente dimensionados, o retorno econômico é certo. Absurdos se faz com aeração. É comum dizer aeração secante, quando a sua função primordial é uniformizar e, sempre que possível, reduzir a temperatura do produto, sem que haja remoção excessiva de umidade. AERAÇÃO RÁPIDA NÃO EXISTE. O que há é falta de humildade em procurar profissionais habilitados para isso, o que, infelizmente ainda são poucos. Procure a Eficiência Energética Engenharia para isso.